Toca Raul!!! Blog do Raul Marinho

Susana Vieira

Posted in Uncategorized by Raul Marinho on 21 maio, 2009

Com Photoshop…

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…E sem photoshop:

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Tiozinhos, tremei!

Posted in Atualidades, Evolução & comportamento by Raul Marinho on 3 abril, 2009

 

Já falamos bastante aqui sobre o comportamento de mulheres velhas com homens novos, como o caso da Susana Vieira. Agora, vamos tratar dos “tiozinhos e suas gatinhas” – ou relacionamentos do tipo Olacyr de Moraes.

O negócio é o seguinte: o site Seeking Arragement cadastra “Sugar Daddies” (velhos ricos) e “Sugar Babies” (jovens loucas para encontrar velhos ricos) por US$40/mês e disponibiliza os bancos de dados com informações de uns para outras e vice-versa. Só que, para um desses “Sugar Daddies”, a coisa se complicou: uma “Sugar Baby”, junto com seu namorado, extorquiu o tiozinho em US$100mil, ameaçando-o de divulgar fotos e outros materiais íntimos trocados entre a dupla. Mais, aqui.

Remexendo no vespeiro

Posted in Evolução & comportamento by Raul Marinho on 30 março, 2009

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Em 12 de dezembro do ano passado, publiquei esse post aqui. O meu texto tinha exatas 8 linhas, em que dizia três coisas: 1)Que haveria um outro texto logo abaixo, o artigo da Bárbara Gancia na Folha daquele dia, sobre o término atribulado do romance da atriz Susana Vieira com um homem muito mais novo, que acabara de morrer; 2)Que aquele tipo de evento abordado pela articulista fazia parte das discussões do HBES – uma entidade estadunidense que estuda Psicologia Evolutiva, da qual participo; e 3)Que, no fundo, no fundo, o ocorrido era um conflito evolutivo clássico, uma vez que o Marcelo era um homem jovem com um largo horizonte reprodutivo, ao passo que a Susana já “havia encerrado o expediente”, digamos assim. Se vocês repararem no post, verão que não há comentários. Na verdade, houve, mas eu não os aprovei porque continham ofensas pessoais. Agora, volto ao assunto-tabu: mulheres velhas com homens novos – e, de antemão, aviso que ofensas gratuitas não serão toleradas, mas se for dentro contexto, como isso aqui, tudo bem.

Eu gosto da Susana Vieira, acho-a uma boa atriz e uma pessoa carismática. E não tenho nada contra ela namorar quem quer que seja, o problema é dela. Na verdade, o comportamento da Susana é uma dádiva para quem se mete a explicar o comportamento humano com ferramentas da Psicologia Evolutiva, como eu – não há como encontrar melhor exemplo do que o dela. Acrescento, ainda, que se eu fosse uma mulher solteira, sexagenária, e que gostasse do agito, talvez até fizesse o mesmo que a Susana! Mas tudo isso não impede que se faça uma análise racional do comportamento da atriz, que é o que faremos doravante.

A Psicologia Evolutiva parte do princípio básico de que nós somos primatas evoluídos de ancestrais das savanas africanas de cerca de 100mil anos atrás. E que, para que fosse possível existirmos hoje, foi necessário incorporar determinados comportamentos eficientes em termos reprodutivos, como o cuidado parental, por exemplo. Para nossa espécie, é fundamental que haja uma grande preocupação com o bem estar dos bebês, pois se fosse diferente, estes morreriam antes de que pudessem se reproduzir e nossa espécie acabaria extinta. Não é o que ocorre, por exemplo, com as tartarugas marinhas, que botam os ovos na praia e se mandam, deixando os bebês-tartaruguinhas à própria sorte – mas isso é como as tartarugas evoluíram, problema delas, a gente evoluiu de outro jeito.

Da mesma forma, se os homens de nossa espécie fossem especializados em se acasalar com mulheres “velhas” (isto é, que já passaram da menopausa), é certo que nossa espécie se extinguiria também. Se existimos, é porque existe uma tendência clara dos homens para gostar de mulheres “jovens” (férteis), ou pelo menos que assim se pareçam. Mas nosso comportamento é bem mais complexo do que isso, e nossos grandes cérebros possibilitaram desenvolvermos estratégias mistas mais elaboradas, como, por exemplo, a de homens que obtêm recursos com uma mulher “velha” para gastá-los com a mulher “jovem”. É exatamente isso o que fez o Marcelo, a propósito, quando trocou Susana por uma jovem mais nova até que ele mesmo.

Agora, a imprensa noticia que Susana está de namoro novo. “Tenho predisposição para a felicidade” é o nome da reportagem em que a sexagenária anuncia seu novo romance, desta vez com um rapaz de 25 anos, Sandro, que ganha a vida como “empresário, ator, mágico, malabarista e dançarino”. Algum palpite sobre onde essa história vai parar? Não sei se haverá um desfecho dramático como o que ocorreu com o Marcelo (provavelmente, não), mas se esse romance durar, o que deverá ocorrer é que Sandro sairá dele bem melhor do que entrou. Sua carreira de empresário-ator-mágico-malabarista-dançarino deverá ser beneficiada com o envolvimento com uma atriz global de 1o. time, e isso irá contribuir para aumentar o potencial reprodutivo do rapaz – isto é: as mulheres jovens deverão se interessar muito mais por ele do que se interessariam se ele nunca tivesse se envolvido com a atriz. Nesse momento – suponhamos, daqui a 5 anos – a atriz estará com 71 anos e uma dificuldade muito maior para continuar a atrair garotões, enquanto o rapaz já estará com 30 e pronto para desfrutar da fama e dos recursos conquistados. Aí, o conflito é inevitável.

Mulheres velhas e homens novos

Posted in Evolução & comportamento, teoria da evolução by Raul Marinho on 29 março, 2009

Psicologia Evolutiva Aplicada

Posted in Atualidades, teoria da evolução by Raul Marinho on 12 dezembro, 2008

susana

Nos congressos anuais do HBES – Human Behavior and Evolution Society, são tratados assuntos muito parecidos com esse que a Bárbara Gancia aborda hoje, em sua coluna na Folha (abaixo copiado). O que aconteceu com a Sra Vieira é, nada mais, nada menos, do que um duelo reprodutivo com seu (ex) marido: ela, já infértil; ele, com excelentes chances de gerar uma prole numerosa. Para o rapaz morto ontem, a melhor opção seria a de drenar recursos da Susana e aplicá-los em novos relacionamentos com mulheres férteis. Se seus tataravôs também agiram desta forma, eles contribuíram para que seus genes superassem os rivais que agiram de maneira diversa. Isso é uma questão básica de Evolução do Comportamento que muita gente acha absurda, uma vez que somos “seres culturais dotados de livre arbítrio”. Então tá, olha o que acontece na prática…

O que as maduras querem?

Que tipo de troca terá existido entre a atriz Susana Vieira e esse pobre rapaz de vida desperdiçada?

CAFAJESTE, TOSCO , aproveitador, truculento, drogado, imoral… De uns meses para cá, Marcelo Silva, 38, ex-marido de Susana Vieira, 66, encontrado morto em um apart-hotel da Barra da Tijuca na manhã de ontem, vinha sendo chamado de tudo um pouco.
Recentemente, em seu programa matutino, a apresentadora Ana Maria Braga chegou a sugerir que a melhor coisa que ele poderia fazer seria “desaparecer da face da terra”.
Ex-policial militar com histórico de agressão física contra mulheres e internação por dependência de drogas, Marcelo não parecia muito preocupado com sua reputação.
Ao sair de mala e cuia da casa de Susana, no mês passado, ele declarou: “Hoje sou um homem aliviado. O que adianta comer picanha argentina num restaurante chique e não digerir a comida? Hoje, eu como alcatra num restaurante barato e tenho uma boa digestão”.
Não sou do tipo que transforma capetas em santos só porque eles passaram desta para melhor. Mas, quer saber? Marcelo Silva, que Deus o tenha, com todas as suas fraquezas e limitações, não é o principal problema desta triste novela.
Vamos e venhamos: o que Susana Vieira e outras mulheres maduras como ela procuram? O que a atriz estava querendo quando se casou com um rapagão enxuto, dependente de drogas e 28 anos mais jovem do que ela? Amor eterno? Estabilidade conjugal? Um bezerrinho para chamar de seu?
A metáfora sobre a alcatra e a picanha utilizada por Marcelo Silva pode não ser digna de constar do livro de etiqueta de Marcelino de Carvalho, mas pulula de franqueza.
Ou será que existe algum homem sarado na faixa dos trintinha que prefira uma picanha de 66 anos a uma alcatra de 27 -a idade da amante de Marcelo que acabou se tornando o pivô da separação?
Com o advento do botox e das várias técnicas de recauchutagem (e de reposição hormonal) hoje disponíveis para quem se recusa a envelhecer com dignidade, a mulherada passou a acreditar que bastou ter dinheiro e o telefone de um bom dermatologista para adiar o inevitável.
Mas um dia a casa cai. E se não cai, ficam todas com a cara das senhorinhas daquele filme “Mulheres Perfeitas” (“The Stepford Wives”, 2004), que parecem saídas da mesma cadeia de montagem.
Freud já não perguntava o que as mulheres querem? Pois, tudo ao mesmo tempo é que não dá para ser. Ou bem a endinheirada poderosa se contenta com prazeres pontuais da carne ou opta pelo companheirismo (e conseqüente enfado) que um relacionamento maduro é capaz de proporcionar.
Veja: não estou tecendo julgamento, longe de mim, mas a curiosidade me corrói as paredes internas do estômago. Sempre que vejo esses casais em que um dos cônjuges é bem mais velho do que o outro, eu me pergunto: sobre o que será que eles conversam? O que será que a Ana Maria Braga cavaqueia com seu mais recente marido? Que tipo de troca terá existido entre Susana Vieira e esse pobre rapaz de vida desperdiçada? Sobre que assuntos o Olacyr de Moraes confabula com suas jovens amigas? Se alguém souber a resposta, por favor me diga.