Toca Raul!!! Blog do Raul Marinho

A era do trilhão

Posted in Atualidades by Raul Marinho on 3 abril, 2009

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O Obama fala em gastar US$1trilhão no pacote de ajuda à economia dos EUA, e o G-20 já está na casa dos US$5trilhões, mas nada se iguala à cifra citada pelo Robert Frank, do blog The Wealth Report. Segundo ele, as perdas dos ricos com a crise chega a inimagináveis US$10.000.000.000.000,00 – ou dez cédulas iguais à da foto acima. Mais, aqui.

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Barbaridade!!!!!

Posted in Atualidades by Raul Marinho on 31 março, 2009

Esse vídeo é para você, sabichão, que se acha vivido e que nada mais o possa impressionar. Encontrei no delicioso blog da Bárbara Gancia: trechos (comentados com uma indignação que é um show à parte) de uma entrevista com a Cristina Kirchner, presidenta da Argentina, que alega que o Obama é peronista (!!!) e que copiou seu modelo econômico (!!!!!!). Vale a pena investir 1min58seg do seu tempo.

Ainda a carta do Tojinho

Posted in Atualidades by Raul Marinho on 21 março, 2009

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A carta que o delegado da Polícia Federal, Protógenes Queiroz, enviou ao presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, é o documento histórico brasileiro mais importante desde a carta-testamento do Getúlio. Pelo menos é nisso que seu autor deveria estar pensando quando a redigiu, e essa deve ser a razão de existirem, além das versões em português (a língua do emitente) e em inglês (a língua do receptor), uma terceira em francês: para facilitar a leitura ao Sarkozy. Aproveitando que o Obama está com uma agenda tranquila, sem fazer muita coisa, é óbvio que o estadunidense vai dar a maior importância para a operação Satiagraha. O Sarkozy que eu não boto muita fé, pois com o mulherão que ele tem em casa, duvido que ele vai perder tempo lendo cartinha de meganha sulamericano.

Mas, a despeito do pensamento megalomaníaco e do evidente comportamento amalucado do delegado (não se sabe se por patologia ou por estratégia, talvez uma mistura dos dois), o fato é que tem coisa importante escrita ali. Olha só esse parágrafo perdido, no meio do texto:

O próprio presidente da república, o Lula, acaba de colocar los amigos para assumir controle do Sistema Brasileiro de Inteligência (Sisbin) com um decreto no dia 19 de fevereiro de 2009, visando obstruir processos relativos à soberania da nação – aliás, uma jogada não muito distante do Patriot Act do presidente G.W. Bush que custou aos EUA um atraso que o senhor pode mensurar melhor do que ninguém. No caso em questão, 11 entidades autônomas, incluindo as forças armadas brasileiras, formavam um conselho consultivo que coordenava a Sisbin. Esse conselho foi agora substituído por um comitê de seis indivíduos amigos de Lula, todos com um passado ético extremamente questionável.

Não é uma informação muito relevante para o Obama, mas internamente o é. Por que o Lula reformulou o Sisbin? Qual a versão oficial?

Lua-de-mel relâmpago

Posted in Atualidades by Raul Marinho on 20 fevereiro, 2009

Parece que a lua-de-mel com o nosso amigo Obama está acabando muito mais cedo do que se previa. Nomeações desastradas, planos mirabolantes que não param em pé, atitudes populistas e equivocadas (como a limitação de salários para executivos de empresas socorridas pelo governo) e, principalmente, falta de efetividade no combate à crise parecem ser a causa. Se você também quiser aderir à onda anti-obamista, o adesivo abaixo está à venda aqui por US$9,95.

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Demissões na Embraer: não é o que parece

Posted in Atualidades by Raul Marinho on 20 fevereiro, 2009

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Foram anunciadas 4mil demissões na Embraer ontem (20% da força de trabalho), o que deixou o presidente Marolinha “indignado”, de acordo com a imprensa.  Isso porque a Embraer recebe recursos do BNDES, que por sua vez são oriundos do FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador), logo a empresa não poderia demitir os trabalhadores que, no fim das contas, a financiam. Faz sentido? Sim, tanto quanto a limitação de salários para executivos, do Obama. Na superfície, faz, mas é só explorar o assunto um pouquinho mais a fundo que se percebe a falácia.

Vamos começar entendendo porque a Embraer precisou demitir. Sendo uma fabricante de aviões, seu mercado é, majoritariamente, externo. A empresa fabrica jatos executivos (como o que bateu com o avião da Gol), vendidos para… Bem, para executivos (presidentes e diretores de grandes corporações), que neste momento devem estar com outras prioridades em mente, como salvar a própria pele. Ela também fabrica aviões utilizados em linhas comerciais regulares das companhias aéreas, e que estão sendo fortemente afetadas pela recessão nos países ricos. Logo, é óbvio que o mercado da Embraer foi muito afetado pela crise; mais ainda se pensarmos que o risco dos compradores não pagarem também aumentou. Assim, se a Embraer não reduzisse seu tamanho neste momento, estaria sendo irresponsável, e empresas irresponsáveis não pagam empréstimos do BNDES, logo o cano seria dado no FAT, ou seja, nos trabalhadores.

Mas a Embraer poderia, ao invés de demitir, reduzir a jornada de trabalho e de salários, como algumas empresas, como as montadoras, estão fazendo, o que seria menos traumático para os empregados, certo? Em teoria é lindo, mas o problema é que a legislação trabalhista é confusa, antiquada, e expõe a graves riscos as empresas que fazem isso. Para poder reduzir jornadas e salários, a legislação anacrônica em vigor (de 1965) exige que a empresa prove que está em dificuldades muito graves. Ora, como é que uma empresa saudável, de capital aberto, com ganas de liderar seu segmento, vai assumir em público que está em dificuldades (que, ademais, não está!)? Para uma montadora multinacional, cuja casa matriz está à beira da falência (eventualmente, além), tudo bem fazer esse acordo, mas não para a Embraer.

Se o presidente Marolinha quisesse fazer alguma coisa de útil, deveria trabalhar para modernizar a legislação trabalhista, permitindo acordos de redução de jornada e salário em momentos como o atual.

De novo, os US$500mil do Obama

Posted in Atualidades by Raul Marinho on 16 fevereiro, 2009

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Já escrevi dois posts aqui antes (veja O limite dos ganhos dos executivos nos EUA e US$500mil??? Tá de sacanagem, né?) criticando a limitação dos US$500mil anuais de salários, imposta pelo Obama para os executivos das empresas ajudadas pelo governo na atual crise financeira. Hoje, a Folha de S.Paulo publicou um ensaio do Allen Salkin, oriundo do The New York Times, que mostra que um alto executivo de N.York gasta US$1,6milhão/ano para manter um padrão de vida minimamente decente. Por isso, volto ao assunto.

Pode parecer absurdo dizer que “não dá para viver com menos de US$1,6milhão”, mas é a mais pura verdade. Lógico que um executivo novaiorquino, assim como um metalúrgico de São Bernardo do Campo, pode cortar despesas num momento de aperto. A diferença é que, para o metalúrgico, vender seu Gol 1998 e andar de ônibus não vai prejudicá-lo profissionalmente, mas um alto executivo que venda seu BMW para comprar um Honda usado vai se dar mal. Vender a casa de campo em South Hampton ou parar de pagar a anuidade do clube de golfe, então, será o fim. Um alto executivo precisa manter um padrão de vida alto para conseguir ser um alto executivo, diferente de um funcionário público ou um blue collar, não é frescura. Sabendo disso, o sujeito que teve seu teto salarial limitado a US$500mil/ano migrará, assim que possível, para outro que não tenha o teto, e o resultado será catastrófico para as empresas que já estavam mal das pernas: elas simplesmente não conseguirão ter comendo, serão empresas acéfalas.

Uma crise de otimismo (não no Brasil)

Posted in Atualidades, crise de credito, crise financeira, Ensaios de minha lavra by Raul Marinho on 10 fevereiro, 2009

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A crise financeira mundial vinha caminhando desde fins de 2007 pelos becos escuros dos subprimes e pelas vielas mal frequentadas das commodities até que, subitamente, quebrou o Lehman Brothers – ou melhor, o governo dos EUA se fingiu de morto com a sua quebra, este o verdadeiro problema – em setembro do ano passado. Daí prá frente, a economia mundial vem desembestada ladeira abaixo, como uma jamanta sem freios, atropelando as Freddie Mac’s & Fannie Mae’s da vida. A posse do Obama no final de janeiro seria o começo do fim da crise, mas já no início de fevereiro parece que, mais que um trocadilho, tudo não passará de oba-oba. Enquanto isso, os juros internacionais se aproximam do negativo ao mesmo tempo em que os bancos mantêm represados quase dois trilhões de dólares por medo de emprestar.

Percebe-se que, em termos globais, o problema é, antes de tudo, uma profunda descrença no futuro por parte dos bancos – ou seja: trata-se de uma crise de otimismo. Há um pensamento único no mercado financeiro mundial: a coisa está ruim, deve piorar, e eu quero ficar quietinho no meu canto enquanto isso. O drama é que quem se arrisca a emitir uma opinião minimamente otimista é apedrejado em praça pública, como aconteceu em Davos (veja esse post aqui). Enquanto isso, aqui no Brasil, o papinho de marolinha prá cá, “o problema é dos ricos” prá lá, ao que parece o otimismo não está em crise (em termos relativos, pelo menos). Em janeiro, foi recorde o número de financiamentos imobiliários, principalmente para o público de renda mais baixa – aliás, o tipo de empréstimo que esteve no centro da crise em seu início. Resta saber como encerraremos o trimestre, se finalmente contaminados pelo pessimismo global, ou se alavancando o otimismo no resto do mundo. Será que o rabo irá balançar o cachorro?

US$500mil??? Tá de sacanagem, né?

Posted in Atualidades by Raul Marinho on 9 fevereiro, 2009

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Ainda sobre a limitação do Obama sobre os salários de executivos de empresas em dificuldades (vide esse post, logo abaixo). Neste final de semana, conversei com um amigo que é alto executivo de um banco estadunidense no Brasil e ganhou bem mais de US$500mil no ano passado, no retrasado, e na maioria dos últimos 15 anos. Note que esse sujeito não é o presidente do banco e nem trabalha nos EUA atualmente. Pontos mais importantes da conversa:

– Sua equipe está muito desmotivada e todos estão aguardando uma oportunidade para pular fora; muitos falam e tirar um ano sabático, fazer mestrado/doutorado etc. Fora da equipe, em outras áreas do banco no Brasil, em outros países, e principalmente na matriz, a situação é igual ou pior. Ele acha que seria difícil ganhar mais de US$500mil esse ano, mas saber que isso é formalmente impossível foi a pá de cal.

– Embora a crise esteja severa, ainda existem muitos investidores com mais de US$100milhões no mercado, que continuam demandando bons profissionais, como ele, para administrá-los. Ganhar o equivalente a 1% a.a. dos recursos administrados não é fora de propósito, o que dá uma renda de US$1milhão/ano, o dobro do que ele poderia ganhar onde está (isso se o banco não quebrar!). Para que continuar onde está, com todo o stress etc?

– Administrar os recursos próprios, fazer um negocinho imobiliário aqui, prestar uma consultoria ali, etc já garante mais de US$500mil no ano. Novamente, sem nenhum stress.

Por essas e outras, esse mei amigo deverá pedir as contas em breve. O lugar ficará vago, e quem o irá ocupar?

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O limite dos ganhos dos executivos nos EUA

Posted in Atualidades by Raul Marinho on 5 fevereiro, 2009

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Ontem, o presidente Obama limitou o ganho dos executivos de empresas socorridas pelo governo na crise atual a US$500mil/ano. Também haverá restrições quanto a gastos com jatinhos particulares, festas, presentes, etc., que deverão ser explicados ao governo. (Leia mais sobre isso aqui). É uma medida de austeridade, um corte brutal nos rendimentos dos altos executivos estadunidenses, uma medida dura, mas… Será que vai surtir algum efeito? Ou melhor: será que vai surtir algum efeito positivo?

Suponhamos que eu seja um alto executivo da GM ou do Citi que, no ano passado, levou US$10milhões para casa. Com essa nova regra, se eu continuar onde estou, só vou voltar a ganhar US$10milhões depois que minha empresa sair do buraco e pagar o último centavo que tomou emprestado do governo – isso se ela não sucumbir, que é bastante provável. Se tudo der certo, daqui a uns 3 ou 4 anos eu volto a receber salários milionários, talvez até maiores, mas até lá como é que eu faço para manter o altíssimo padrão de vida que eu tenho? O que eu vou falar para o estaleiro que está construindo meu novo iate? E o sinal que eu dei para reservar meu jatinho? E a reforma do meu rancho no Texas, que está na metade? Nesse meio tempo, uma empresa americana que não está no hospital do Obama me convida para trabalhar lá ganhando US$2milhões, ou uma empresa indiana me faz uma oferta de US$3milhões, por que não aceitar?

Na medida em que um executivo aceite desertar, outros tenderão a segui-lo, e deverá haver uma certa quantidade inicial de executivos debandando (não sei se a maioria, mas pelo menos uma parte vai fazer isso, com certeza). Até aí nada de mais, é natural que profissionais se demitam para ganhar mais, o problema é: quem é que vai aceitar ocupar a cadeira que ficou vazia? Que profissional que trabalha numa empresa americana “não-hospitalizada” (ou de fora dos EUA) vai aceitar ir para uma empresa com tão sérias restrições de rendimento (sem contar com a chatice das explicações para festas/jatinhos e, principalmente, o risco implícito em uma empresa que sobrevive com ajuda do governo)? No fim das contas, o que deverá ocorrer é que haverá muita dificuldade para contratar executivos para as empresas em dificuldades, o que deverá agravá-las ainda mais, estimulando os executivos remanescentes a buscar outros empregos, e assim por diante. Ou seja: no médio prazo, essa medida do Obama poderá ser um tiro de canhão no próprio pé, com as empresas que mais precisam de bons executivos sem ninguém qualificado. Ou então, vai ficar provado que altos executivos não servem para nada e que as empresas se saem muito melhor sem eles… Quem viver, verá.

É a confiança, estúpido!*

Posted in Atualidades, Uncategorized by Raul Marinho on 19 novembro, 2008

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Já escrevi sobre o problema da confiança neste blog várias vezes (digite “confiança” na caixinha aí do lado e veja você mesmo), e volto a repetir: o problema da atual crise financeira (e, agora, econômica) é um só CONFIANÇA. Os emprestadores não empresatm porque não confiam que os tomadores irão pagar os empréstimos de volta; se um não empresta, o outro também não por que o risco aumenta; e se ninguém empresata, o tomador quebra, o que confirma a decisão inicial de não emprestar. É isso o que estamos vivendo. Como romper esse ciclo? Precisa acontecer algo que reverta as expectativas dos agentes econômicos – p.ex.: um novo cidadão ocupar o salão oval, com propostas de mudança e de quebra de vínculos com “o antigo”.

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Hoje, o ex-ministro, ex-deputado e ex-croque Delfim Netto analisa a questão com brilho. Não gosto do Delfim, tanto quanto não gosto do Maluf. Mas, do mesmo jeito que achei a abertura da avenida Faria Lima genial para a cidade de S.Paulo, acho que as análises do Delfim são, na maior parte das vezes, muito bem feitas. Por isso, recomendo o artigo abaixo, publicado na Folha de hoje:

Insuficiente

AS MEDIDAS de socorro às atividades financeiras tomadas em todo o mundo desenvolvido e, com maior ou menor vigor, em todos os países emergentes, dão sinais que começam a funcionar. Isso se vê pela redução (ainda pequena) da taxa Libor dos juros nas transações interbancárias.
A crise que estamos vivendo simplesmente iluminou um fato conhecido desde sempre: a confiança entre os agentes é o ingrediente necessário à existência de toda a atividade econômica que se processa através dos mercados. Estes, por sua vez, só podem existir quando amparados num Estado capaz de garantir a propriedade privada que permite aos cidadãos apropriarem-se dos benefícios de sua liberdade de iniciativa e assegurar a execução dos contratos estabelecidos entre eles.
O problema da “confiança” é multifacetário (antropológico, psicológico, sociológico, econômico, teológico etc.). Já em 1979, Luhmann mostrou que esse conceito, fundamental para explicar o comportamento das sociedades tradicionais, era também central para entender o funcionamento das sociedades cuja complexidade de relações é crescente, a incerteza é generalizada, e os riscos, inevitáveis. Maximizando o reducionismo, podemos dizer que: 1º) a confiança envolve risco; 2º) o “principal” (quem confia) não tem condições de monitorar permanentemente o “agente” (em quem confia) e 3º) o “principal” não confia apenas no “agente”. Espera (confia) que o Estado o substitua no seu controle.
Quando, por qualquer motivo, desaparece a confiança, os sistemas financeiros e produtivo entram em colapso. O governo inglês foi o primeiro a reconhecer que a crise era algo mais profundo do que um problema de liquidez. Tratava-se da morte súbita da confiança, o fator catalítico que controla toda a atividade econômica, o que exigia uma ação enérgica e radical do Estado.
No Brasil, é preciso reconhecer que o governo agiu corretamente e com razoável rapidez, mas sem a radicalidade necessária. O que se fez até agora não será suficiente para minimizar o custo (inevitável) da retração mundial sobre a economia brasileira. É ilusão pensar que o crescimento de 2009 está escrito nas estrelas ou em 2008. Ele será o que soubermos fazer dele com inteligência e alguma ousadia.
O governo tem sido expedito, mas tímido e desajeitado, em dar o “conforto” ao setor privado para restabelecer a confiança geral. Isso é evidente no que se refere às instituições financeiras menores (mas não menos hígidas!) que financiam a pequena indústria e o pequeno comércio, responsáveis pela maioria dos empregos.

*Este trocadilho com o consagrado “é a economia, estúpido” é, para quem não se lembra, uma frase do principal marqueteiro do Bill Clinton. Clinton não sabia como enfrentar Bush (pai) quando tentou se eleger pela primeira vez. Bush acabara de ganhar a primeira guerra do Golfo – embora Sadam permanecesse no poder. O marqueteiro sacou que Clinton tinha de explorar as dificuldades econômicas do governo. Bingo! (fonte: Noblat, as usual).

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Posted in Just for fun by Raul Marinho on 18 novembro, 2008

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Carreira meteórica

Posted in Atualidades, Just for fun by Raul Marinho on 17 novembro, 2008

Vocês se lembram dos cigarrinhos de chocolates? (Não sei se ainda existem, eu não vejo há décadas).

Quando o Obama começou a aparecer na mídia, eu achei sua figura muito familiar, mas não me lembrava de onde eu conhecia aqueles traços… Agora, tudo faz sentido na minha mente!

cigarrinhos

Barack Encrenqueiro Obama

Posted in Atualidades, Just for fun by Raul Marinho on 5 novembro, 2008

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Essa figura aí em cima é o macaco negro crestado de Sulawesi, fotografado por Stefano Unterthiner, e ganhador do prêmio de melhor fotografia do Museu de História Natural de Londres. O animal foi batizado de “Encrenqueiro”, não sei por quê…

(Obs. aos politicamente chatos de plantão: o fato de ilustrar um post do Obama com uma foto de macaco não tem nada a ver com o fato do presidente eleito dos EUA ser negro).