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O monge, o executivo, e o Groucho Marx

Posted in Atualidades, Ensaios de minha lavra, Livros (resenhas & comentários) by Raul Marinho on 14 outubro, 2008

He may look like an idiot and talk like an idiot, but don’t let that fool you. He really is an idiot.

Julius Henry “Groucho” Marx (2 de outubro de 1890 – 19 de agosto de 1977)

Às vezes eu me assusto com os bestsellers, especialmente os da área de negócios (não, não é verdade: eu me assusto com todos eles, inclusive na música, no cinema, na Economia, e em todos os outros ramos que têm bestsellers). Na verdade, foi o “Quem mexeu no meu queijo?“, mega-sucesso editorial do sub-ramo de auto-ajuda de negócios do início do século que me motivou a escrever meu primeiro livro (se alguém compra até aquilo lá, apostei que também comprariam um texto meu – e ganhei!).

Apesar disto, qual não foi a minha surpresa ao ver que “O monge e o executivo” ainda está nas listas dos 10 mais em 2008!? Bestsellers não são tão longevos assim, na média, o que faz de “O monge” um verdadeiro fenômeno editorial. Se o livro ainda faz sucesso, minha crítica a ele, escrita em 2005, também pode fazer. Como nenhuma editora aceitou publicá-la quando a escrevi, vai ser preciso baixá-la aqui, num arquivo PDF. (Creio que, mais uma vez, esse texto será um retumbante fracasso de público, mas de acordo com os objetivos deste blog, faz sentido publicá-lo).

O fato é que, um ano após escrever o texto acima, conheci o autor de “O monge” pessoalmente. Fui dar uma palestra em Belo Horizonte e, no jantar oferecido pelos patrocinadores, sentei em frente ao autor, Mr. James C. Hunter (também palestrante no mesmo evento), com quem conversei longamente. Lendo o livro, tive a impressão de que o autor era meio… (Como dizer sem ser ofensivo?) Limitado. Assistindo à sua palestra, achei-o meio primário (o que as pessoas com quem conversei no evento concordaram, mas disseram que a “simplicidade” era sua maior qualidade). Contudo, até conhecê-lo pessoalmente, ainda tinha esperanças que aquilo era um papel que ele estava representando, e que na verdade o sujeito era brilhante, inteligente e sagaz. Por coincidência, quando cheguei ao hotel, liguei a TV a cabo e estava passando um filme antigo dos irmãos Marx. Aí, finalmente, entendi o que estava acontecendo…

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