Toca Raul!!! Blog do Raul Marinho

Tá difícil controlar a molecada?

Publicado em Just for fun por Raul Marinho em 13 Novembro, 2008

Algumas sugestões para colocar a casa em ordem:

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Obama, meu filho, deixa eu te explicar uma coisa…

Publicado em Atualidades, Just for fun por Raul Marinho em 13 Novembro, 2008

lula-obamizado

O Presidente Marolinha, que já tem uma estratégia para 2010 conforme mostra a foto acima, está louco de vontade para começar a dar uns conselhos para o Obama. Veja o que Noço Guia disse hoje:

Obama deve entender que não existe uma só razão para manter o bloqueio contra Cuba. A Guerra Fria acabou, o Muro de Berlin caiu. Os Estados Unidos têm força política para fazerem este gesto.

Obama & sua turma do barulho

Publicado em Atualidades por Raul Marinho em 13 Novembro, 2008

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No flagrante acima, amigos e familiares do presidente eleito dos EUA já em marcha para Washington, para a posse do hómi. No artigo abaixo, do L.F.Veríssimo (publicado no blog do Noblat), uma análise da turminha do primeiro presidente afro-negão dos EUA.

Já bobeou, o cabeleira

Não me lembro bem como é a história. Um profeta, cabeludo como devem ser todos os profetas, fala para uma multidão, que aplaude suas palavras.

- Jesus voltará, e premiará todos os justos!

(Palmas. Vivas.)

- Os que hoje não têm nada, um dia terão tudo!

(“Muito bem!.” “É isso aí!” etc.)

- Os ímpios serão punidos e os puros prevalecerão!

(“Oba! Boa!”)

- Não haverá mais pecados da carne, e toda bebida alcoólica virará pó!

Silêncio, enquanto a multidão pondera esta última previsão. Até que de dentro de um boteco ouve-se uma voz enrolada que comenta:

- Já bobeou, o cabeleira.

Não sei se quando isto for publicado o Barack Obama já terá escolhido seu secretário do Tesouro, mas entre os nomes sendo cogitados estava o de Lawrence Summers, aquele que, na direção do Banco Mundial, recomendou que indústrias poluidoras fossem recolocadas em países onde a mão-de-obra é mais barata, pois assim o custo social seria menor.

E depois, como presidente de Harvard, sugeriu que certas atividades estavam além da capacidade intelectual das mulheres. Dizem que ele é um crânio em matéria de economia e finanças. Se for o escolhido, que pelo menos seja amordaçado quando aparecer em público. De qualquer jeito, é a primeira bobeada do Baraca.

Mas a presença, na lista, do Summers, que foi secretário de Tesouro do Clinton, e de Robert Rubin, que também foi, só prova o que já se sabia, que Obama não vai divergir muito da ortodoxia corrente na sua política econômica, a não ser que seja forçado por um agravamento inédito da crise.

Durante a campanha, a Naomi Klein já notara que a equipe de conselheiros econômicos do candidato Obama incluía muita gente identificada com a escola de Chicago – não fosse o próprio Obama ligado à Universidade de Chicago, embora não ao seu departamento de economia, do topo do qual Milton Friedman pregou o evangelho neoliberal e fez a cabeça de uma geração.

Se a expectativa é que o presidente eleito comande um segundo New Deal como o de Roosevelt para recuperar o país, não fica claro como fará isso sendo aconselhado por discípulos do cara que desmontou o New Deal e seu legado.

Mas não vamos prejulgar o Baraca. Todo homem tem direito a bobeadas, desde que não se tornem um hábito.

Fonky… Fronckwi… Ah, quem se importa com nomes?

Publicado em Atualidades, Just for fun por Raul Marinho em 13 Novembro, 2008

Num novo esforço para aumentar os page-views deste blog, publicamos abaixo os ganhadores do concurso de bunda mais bonita do mundo, ocorrido ontem em Paris. Mostrando o que é que a gaúcha tem, a vencedora é a Melanie Fronckowiak (ganha um beijo dela quem conseguir pronunciar seu sobrenome), de Pelotas. O cidadão ao lado é um francês também de nome estranho (Saiba Mombote… É sério!!!), que ganhou a versão masculina – e que só está aqui porque nossos consultores de marketing disseram que a gente é muito machista.

bundas

Superação

Publicado em Atualidades por Raul Marinho em 13 Novembro, 2008

superacao

O mau jornalismo que o sr. Clóvis Rossi pratica na Folha de São Paulo hoje atingiu nível desesperador. Veja o artigo abaixo. Nele, o CR leva o incauto leitor a acreditar que as verbas liberadas pelos governos dos Estados de São Paulo e de Minas Gerais são de socorro aos bancos, iguais aos que o FED liberou nos EUA para os bancos estadunidenses em situação pré-falimentar. Na verdade, os governos estaduais daqui estão liberando recursos para os bancos reemprestarem ao consumidor, principalmente na compra de automóveis. Esse dinheiro não tem objetivo de salvar banco algum, mas de ressuscitar o consumo (de veículos, principalmente) e evitar demissões, queda na atividade econômica e, não menos importante, queda na arrecadação (lembre-se que a maior parte de um carro é imposto).

Dinheiro, sim; controles, não

O velho sábio que habitava esta Folha ficava indignado com os freqüentes pedidos de “papai, mande dinheiro”, como ele designava os apelos do empresariado para que o governo os socorresse nos momentos de dificuldade (e, a bem da verdade, até nos momentos de facilidade).
Não tivesse morrido, estaria estupefato ante a quantidade de “filhos” que pedem dinheiro a “papai-Estado”. E mais ainda ante a facilidade com que o Estado abre os cofres, de que dão prova, apenas a mais recente, os governadores José Serra e Aécio Neves.
O pior é que os “filhos” (no caso, os bancos) não se arrependem nem um tiquinho da overdose de ativos tóxicos que ingeriram e os levaram ao coma (e ao apelo a “papai”).
Ao contrário. Comunicado do Instituto de Finanças Internacionais, que reúne cerca de 350 dos maiores bancos do mundo, louva os pacotes oficiais de auxílio ao setor , mas afirma, em seguida, que tais pacotes “não devem dar margem a um papel mais amplo e permanente do setor público no sistema financeiro internacional”.
Tampouco querem uma regulação que lhes impeça de beber demais, porque “ameaçaria as perspectivas de reativar o crescimento da produção e dos empregos, ao estender ineficiências nos mercados globais”.
É uma desfaçatez fora do normal, porque deixa de lado que foi o excesso de desregulação -e não o excesso de regulação- que causou a presente “ineficiência” (quase colapso) dos mercados globais.
A propósito, meu cardiologista -na verdade o médico da família, o napolitano Giuseppe Dioguardi- perguntava se depois de tanta doação de dinheiro público os governos ainda teriam coragem de negar dinheiro para a saúde, como fazem sistematicamente.
Ah, Beppe, santa ingenuidade. Esse “filho”, a saúde, não financia campanhas eleitorais.